Político assistencialista, a porta aberta para corrupção


Os políticos desse nosso Brasil conseguiram colocar na mente das pessoas a ideia que o político bom é aquele que chega, por exemplo, num boteco, sai dando tapinhas nas costas e distribuindo bebida a torto e a direita.

Não tenho nada contra o político ser popular, conversar e se aproximar do povo para ouvir seus anseios. Quando se fala em anseios, logicamente não estou aqui me reportando a dá um bojão de gás, pagar uma conta de energia, água entre outras coisas. Isso não é ser um bom administrador, pois esse tipo de assistencialismo onera os cofres públicos.

Se um governante sai por ai distribuindo as coisas para gato e cachorro esse (a) é um corrupto, isso sim, pois para bancar toda essa generosidade, os recursos sairão dos cofres públicos, não tenhamos dúvidas. Uma das primeiras características que uso para refutar um político é quando o vejo em rodas, distribuindo e financiando tudo para todos ou dando esmolas ao povo.

A população deveria eliminar com urgência políticos assistencialistas do cenário da política brasileira. Os assistencialistas são os piores carniceiros do dinheiro público. Temos que nos acostumar com a ideia que um político é colocado em um cargo não para estar no meio da rua com o povo lhe importunando e lhe pedindo as coisas e sim para criar todas as condições possíveis para gerir a coisa pública com responsabilidade.

Um pensamento utópico, talvez, no entanto, um sonho bom que se realizasse é que o brasileiro mudasse essa consciência pregressa e evoluísse para o pensamento que o político não é colocado no cargo para fazer assistencialismo barato e sim administrar. Usar o dinheiro público para todos e não para satisfazer vontades de grupos.

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