Agora é fora Temer! Greve geral para botar para fora todos eles!

Temer assiste ao circo montado durante votação do
 impeachment
Se o povo quer Dilma fora, quer mais ainda fora Temer, sem falar do bandido que preside hoje a Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O processo ainda vai passar pelo Senado, mas esse dificilmente revisará a decisão dos deputados.

O governo Dilma amarga 82% de reprovação. É expressão da ruptura da classe operária e da maioria da população com um governo que se elegeu com um estelionato eleitoral, fazendo, uma vez eleito, o contrário de tudo que defendeu na campanha. É o rechaço massivo a um governo de aliança do PT com banqueiros, empresários, empreiteiros e seus partidos, que atacou direitos trabalhistas e previdenciários e que vem promovendo um brutal ajuste fiscal para proteger os lucros dos banqueiros.

Esse rechaço não se resume ao governo Dilma. Estende-se, também, ao vice Michel Temer (PMDB), que não conta nem com 2% das intenções de votos e cujo impeachment é apoiado por quase 60% da população. Há um asco também ao presidente da Câmara, o corrupto Eduardo Cunha (PMDB), cuja cassação é apoiada por 77%. Ou seja, há um forte sentimento contra as instituições e os políticos de forma geral. Ninguém quer Dilma, mas ninguém quer, também, Temer e, menos ainda, Cunha.

Mas não foi por essa razão que os deputados aprovaram o impeachment. O impeachment é fruto de negociatas, conchavos e todo o tipo de promessas promovidas por Temer e pela oposição burguesa, incluído aí a promessa de barrar a Operação Lava Jato, que incrimina boa parte desse Congresso. A votação do impeachment neste domingo, 17, foi um verdadeiro show de horrores, um desfile de hipocrisia e cinismo que mostrou bem a cara dessa democracia burguesa. *http://www.pstu.org.br/node/22035

Adicionar lege Show de horrores: votação do impeachment mostrou
a cara da 
democracia burguesanda

Comentários

  1. Começou bem e terminou mal.
    Burgueses são comerciantes e prestadores de serviços, classes que foram as mais atingidas pelo PT é por banqueiros e construtoras.
    Não é uma disputa de direita e esquerda (isso existe mesmo?)
    Essa é uma luta do povo contra uma facção criminosa que vem usurpado o Brasil desde que o Brasil é Brasil.
    Isso foi um não as ideologias obsoletas e um grito de esperanças de um povo que deseja mudanças estruturais amplas e profundas.
    A luta não acabou!

    ResponderExcluir

Postar um comentário